À atenção dos alunos do 1º ano (ver Mais...).
MAIS...O editor do Público.pt e autor do Ponto Media, António Granado, anunciou hoje a sua saída do Público.
A Universidade da Beira Interior, Covilhã, acolhe em 04 de Março um evento sobre os 15 anos de jornalismo na Web em Portugal, com a presença de, entre outros, Helder Bastos, João Canavilhas, Marcos Palacios, Concha Edo, Manuel Molinos e Luís Sobral.
O directório JPN/ObCiber tem agora uma lista de contas de Twitter de sites noticiosos portugueses. São 70, para começar, mas há, com certeza, muitos mais. Quem quiser pode actualizar a lista.
Três turmas do 2º ano experimentaram sexta-feira a (velhinha) técnica redactorial do flash.
Com uma dimensão a meio caminho entre o título e o lead, o flash (máximo de 14 palavras) foi utilizado com alguma frequência na primeira fase de expansão do jornalismo na Internet, sobretudo pelos sites noticiosos de desporto.
À semelhança do que as agências noticiosas faziam, uma informação de última hora (resultado de um jogo de futebol, por exemplo) era difundida de imediato através de um flash e só depois desenvolvida numa notícia completa.
A utilização do flash caiu em desuso, mas faz todo o sentido recuperar esta técnica, numa era de comunicação instantânea limitada a 140 caracteres e de visualização rápida da informação em ecrãs cada vez mais pequenos.
A procura de uma linguagem, de uma técnica e de um estilo adequados aos limites, usos e funções dos microblogs e dos dispositivos móveis torna-se cada vez mais necessária e até ugente.
Infelizmente, são poucos os bons exemplos. A esmagadora maioria dos sites noticiosos alimenta as suas contas de Twitter com feeds automáticos dos títulos (acompanhados, por vezes, de parte dos leads) das notícias que vão difundindo no site. Sem a mínima intervenção humana.
O mesmo acontece com as notícias distribuídas para os dispositivos móveis.
Qual a vantagem do flash? Dar mais informação do que um título sem perder capacidade de síntese.
Foi mergulhados neste contexto que os meus alunos fizeram um exercício muito simples, de redacção de flashs noticiosos no Twitter, com um máximo de 112 caracteres. Porquê 112? Porque teriam sempre de reservar pelo menos 20 caracteres para um link compacto (tiny url) onde o leitor pudesse encontrar mais informação e porque oito caracteres eram para a hashtag do exercício: #flashcc. Espreitem!
Para quem ainda não viu, as apresentações feitas nas Jornadas ObCiber já estão disponíveis online.
Já são conhecidos os finalistas dos Prémios de Ciberjornalismo 2009.
O JPN tem dois candidatos à categoria de Ciberjornalismo Académico.
A votação online está aberta até quarta-feira.
Já foi divulgado o programa definitivo das Jornadas ObCiber, marcadas para 04 de Dezembro na Universidade do Porto (Ciências da Comunicação).
À atenção dos alunos do 3º ano, variante de Jornalismo: A entrega da cibernotícia e da reportagem multimédia têm agora novo prazo: 15 de Dezembro.
Leiam as condições aqui.

Termina à meia-noite de hoje o prazo de candidatura aos Prémios de Ciberjornalismo 2009.